A espécie "monstro de Estado" surge em meados dos anos 80 como membro do IX Governo Contitucional pós-25 de Abril. Quem diria? Ninguém. Após desempenhar uma série de cargos (ou serão tachos?) como Secretário de Estado, este monstro oriundo das profundezas da corrupção portuguesa é um exemplar entre tantos outros da sua espécie. Usualmente, este monstro desempenha - de forma inútil - cargos como ministro, conseguindo, desta forma, difundir o terror em toda a população (o seu objectivo premente).
Ainda mais frequentemente, o monstro (que todos pensávamos ser fruto do imaginário comum) abandona o cargo de Obras Públicas, se a ele tem acesso, após a queda de pontes, revelando, por conseguinte, a sua rudeza e incapacidade de resolução de problemas tão típica no ser humano e que o monstro não alcançou.
Posteriormente à sua demissão, o monstro de Estado tem, a priori, vista em grandes empresas tais como o grupo Mota Engil, as quais este tanto favoreceu enquanto ministro e que lhe proporcionarão aquilo que alimenta o seu corpo: dinheiro. Dinheiro em grandes, enormes, esmagadoras quantidades, a única forma de conseguir crescer. A sua estada no Governo foi o que possibilitou a sua alimentação regrada e sempre farta. À custa do nada que fez e do muito que comeu das mãos dos contribuintes, este exemplar consegue, por fim, descansar, sem precisar de mais se preocupar.
Adicionalmente, este modelo deixa ainda transparecer o seu fingido apego às teorias socialistas, o qual utiliza como arma fatal para se alimentar e negará sempre a sua própria natureza, bem como aquilo de que os humanos o acusam.
Enfim, se algum espécimen com estas características se aproximar das vossas autarquias, Governo ou Parlamento sejam cautelosos. Para melhor os alertar, leitores, deixo-lhes algumas imagens desta amostra tão peculiar.
Amostra Tipo 1
Amostra Tipo 2


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